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PT ARTICULA CHAPA COM EX- CARLISTAS AO SENADO.
















Um xeque-mate nos adversários. É este o objetivo de uma ala governista e de petistas que, nos bastidores, considera a possibilidade de uma chapa para a reeleição do governador Jaques Wagner que agregue, quem diria, nada menos que dois ex-carlistas de peso para a disputa ao Senado: o senador César Borges (PR) e o conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM) Otto Alencar, que está prestes a se filiar ao PP. Para contrabalançar a carga oriunda do carlismo, a deputada federal Lídice da Mata (PV) entraria como vice. “Seria um tiro de morte para as duas outras candidaturas, sobra o que para eles?”, disse uma fonte governista. Contudo, o plano de composição, cujo único objetivo é dificultar a vida dos adversários, é visto como pouco factível.

Temor -De um lado, há um temor de que a chapa “pesada”, como definiu um aliado do governador, afaste o eleitorado tradicional de centro-esquerda que se identifica com as forças que levaram o petista à vitória. E, por outro lado, o senador César Borges, a noiva mais cobiçada pelos três candidatos ao governo, temeria uma recusa do seu nome por parte da militância de centro-esquerda, ainda que no plano nacional, por ora, o seu partido atual já esteja com o presidente Lula. Circula entre pessoas próximas do senador que ele também temeria a perda de seu eleitorado tradicional, identificado com a centro-direita. Não só isso: se César Borges optar pelo caminho ao lado do governador, o DEM já avisou que vai lançar candidatura à reeleição do senador ACM Júnior. A hipótese dificultaria e muito a vida de Borges nas eleições, pois ele entraria em uma bola dividida com ACM Júnior, já que ambos possuem eleitorado do mesmo time.

Possíveis chapas - No final das contas, a despeito de os arranjos dependerem fundamentalmente ainda do jogo de alianças nacionais em torno das candidaturas de Dilma Rousseff (PT) e José Sera (PSDB), neste início do ano eleitoral, três conjeturas de chapas se apresentam como mais prováveis. Um cenário de chapa à releição do governador Jaques Wagner desponta com o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo (PDT), como vice. E os dois nomes ao Senado seriam o de Otto Alencar e o de Lídice da Mata. Única vaga - O secretário do Planejamento Walter Pinheiro, bem avaliado em pesquisas quantitativas e qualitativas, continua correndo por fora para a disputa ao Senado, mas fato é que o governador já disse a aliados próximos que, na chapa majoritária, a única vaga para o PT é a do governador e as demais devem servir às composições.

Quanto ao cenário mais provável para o ex-governador Paulo Souto (DEM), fala-se do deputado federal João Almeida (PSDB) como vice. Ao Senado, entrariam como candidatos César Borges (PR) e o ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo (DEM). Outro nome para o Senado além de ACM Júnior (DEM), caso Borges não componha com os democratas, seria o do ex-prefeito de Salvador, Antônio Imbassahy (PSDB). Já em relação ao ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), por enquanto, conjetura-se como vice o presidente do PSC, Eliel Santana. Para o Senado, o vice-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito (PTB), e o empresário João Cavalcanti (PMDB).

Desenho indefinido - Secretário de Comunicação do governo estadual, Robinson Almeida prefere não discutir sobre possíveis cenários para a chapa de Wagner. “Nada disso tem desenho definido. O governador tem dito que só tem uma vaga acertada, a do PP, com Otto Alencar. As outras serão definidas na frente partidária”. Geddel disse que não teve ainda nenhuma conversa com partidos para a formação de chapa. “Não falamos em nomes agora”, reforçou seu irmão, presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima.

FONTE: JORNAL ATARDE,por Lília de Souza .

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. OPINIÃO:A VAGA DA BAHIA AO SENADO SÉRA UMA DAS MAIS CONCORRIDAS DE TODOS OS TEMPOS,PELO VISTO A DISPUTA ESTÁ BEM ACIRRADA,É PAGAR PRA VER.

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