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LUIZ EDUARDO MAGALHÃES É O MUNICÍPIO QUE MAIS INVESTE EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL .

Sem dúvida esse é um resultado que trás muito orgulho aos moradores de Luís Eduardo Magalhães, pois uma pesquisa realizada a pedido do Ministério Público do Estado da Bahia, através do Núcleo de Defesa da Bacia do São Francisco.

Em em 16 municípios da região, concluiu que Luís Eduardo Magalhães é o município que mais investe em Educação Ambiental.



Segundo Berenice Peres, responsável pela pesquisa, pesou a favor de Luís Eduardo, o fato de ser o único entre os municípios pesquisados a possuir orçamento exclusivo e proveniente dos recursos do próprio município para aplicação em ações voltadas à educação ambiental. Para a secretária de Meio Ambiente do município, a advogada e ambientalista Fernanda Aguiar, este reconhecimento é fruto do trabalho que vem sendo desenvolvido pela atual administração municipal, bem como, algumas parcerias importantes, como o Instituto Lina Galvani e a Rádio Cultura FM .

Conforme explica Fernanda, o Instituto fornece para os professores da rede pública de ensino, capacitação em educação ambiental, enquanto que a emissora de rádio local divulga em sua grade de programação mensagens de conscientização a respeito de temas fundamentais, como economia de água, energia e reciclarem do lixo. “A educação ambiental é um componente essencial que tem como objetivo construir valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente”, ressalta Aguiar. A secretária diz ainda que existem muitos desafios e conquistas pela frente. No entanto, segundo ela, é preciso ter mais cuidado e amor para com o município, pois somente desta maneira, as ações de educação ambiental atingirão seus reais objetivos.

FOTO : GOOGLE .
FONTE : UAUMAIS E OESTE BAIANO .

Um comentário:

  1. A ARCA DE NOÉ E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

    Há muito anos atrás (período do Regime Militar), circulou um artigo que tinha como título “A Arca de Noé”.
    Nele era contada uma pequena estória. Nela o planeta passava por uma fase muito complicada e, para resolvê-la, um tal Noé resolveu construir uma grande arca de modo a colocar um casal de cada ser vivo e, quando o dilúvio chegasse, este grupo sobreviveria para repovoar o planeta.
    A estória evolui com a intervenção de um grupo de “iniciados” que aceitaram a idéia, mas consideraram que este era um empreendimento de grande porte e, desta forma, não poderia ser simplesmente conduzido por tal Noé. Seria necessário estruturar um empreendimento que pudesse conduzir a complexidade da construção da arca. Mudaram, de imediato, o nome do projeto que passou a se chamar “Arca das Mudanças Climáticas”.
    Os “iniciados” começaram a estruturação do empreendimento: eleição de presidente, diretorias, assessorias, núcleos de pesquisa, contratação de especialistas, secretárias, motoristas, sede própria e sedes descentralizadas em diferentes locais do planeta, enfim, o imprescindível para que um grande empreendimento pudesse ser desenvolvido sem risco.
    As tarefas foram divididas em vários Grupos de Trabalho, com reuniões realizadas não nas regiões do planeta onde eram inevitáveis os primeiros efeitos do dilúvio, mas sim em lugares aprazíveis onde os grupos pudessem trabalhar em condições adequadas a importância do projeto.
    Inevitável, estes grupos acabaram se dividindo entre “prós e contras” e cada um deles, sem se preocupar com o dilúvio a caminho, resolveram ignorar a variável tempo, consumindo o tempo disponível em apresentar estudos e pesquisas que reforçassem as suas posições. Isso demandou uma grande quantidade de recursos, que foram logo disponibilizados pelos países mais ricos do planeta.
    Surgiram especialistas, políticos especialistas, agentes de financiamento especialistas, centros de pesquisa especializados, típicos do entorno de operação de um grande empreendimento.
    Sendo muito especializadas, de imediato a sociedade foi relegada a um segundo plano, dado que, na visão do projeto, apenas um casal de humanos, decidido que seria escolhido entre a alta direção do “Arca das Mudanças Climáticas”. Na verdade, logo no início, as informações foram passadas a sociedade, mas em linguagem complicada que levou a um progressivo afastamento do tema, deixando aos “iniciados” a discussão e decisão sobre o assunto.
    E o tempo foi passando. Países que tinham “madeira” para a construção da arca tentaram impor condições ao andamento do projeto, mas foram logo afastados pelos países que “detinham a tecnologia do corte da madeira”, de modo a, progressivamente, ir reduzindo o tamanho do grupo dos “iniciados”. Foram observadas denúncias (“Arcagate”), mas, para os “não iniciados”, acabou ficando a dúvida de quem realmente tinha à razão.
    Concluindo, passado alguns anos veio o aviso que o dilúvio seria no dia seguinte.
    No empreendimento “Arca das Mudanças Climáticas” um desespero total; perdidos entre muitas alternativas não tinham tido tempo para concluir a arca. Ou seja, era inevitável que o dilúvio seria plenamente fatal para todos do planeta.
    Mas, do alto da torre de trinta andares construída para fazer funcionar o mega projeto, no dia seguinte, quando a água quase cobria o edifício, foi possível ver uma arca de madeira, com os “não iniciados” liderados por um tal Noé, passando ao largo.
    Você já pensou em que grupo está?
    Ainda há tempo para escolher o grupo certo.

    Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br

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