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A BAHIA LIDERA RANKING DE POBREZA EXTREMA .

                             POBREZA EXTREMA ESTÁ NA BAHIA DIZ RANKING .

A Bahia é o estado brasileiro com a maior concentração de pessoas em situação de extrema pobreza. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 2,4 milhões de baianos têm rendimento mensal individual inferior a R$ 70. Em todo o Brasil, são 16,27 milhões nesta situação. Os três estados com mais habitantes em extrema pobreza estão no Nordeste - o segundo é o Maranhão (1,7 milhão) e o terceiro é o Ceará (1,5 millhão). Os dados foram produzidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para subsidiar o programa Brasil sem Miséria, que será lançado nas próximas semanas pela presidente Dilma Rousseff.

BRASIL SEM MISÉRIA ATENDERÁ 16,2 MILHÕES :

O Programa Brasil sem Miséria, que terá como prioridade os 16,2 milhões de brasileiros que têm renda de até R$ 70, de acordo com a base de dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A linha oficial de extrema pobreza abrangerá 8,6% da população, que vive em 7% dos domicílios do país. O limite levou em conta o índice usado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para o cumprimento das Metas do Milênio. Uma delas é fazer com que a renda para o consumo de alimentos seja de US$ 1,25.

FONTE : G1 .

Jornal Centro Oeste Bahia '

O oeste da Bahia se encontra aqui!

8 comentários

  1. Baiano-Xiquexiquense RICO08/05/2011 10:43

    Imaginem se a Bahia não exportasse a metade desses miseráveis para São Paulo.

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  2. Eles vem pra São Paulo pra sairem desse "Atraso de Vida" que é ai, e todos se dão "muito bem" na região sudeste, são poucos os que se dão bem na Bahia, são muitos pouco mesmos.

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  3. Xiquexique que estudou e não precisa ser escravo em São Paulo.08/05/2011 12:21

    O atraso da vida ........ Esses semi-analfabetos que vão da Bahia para São Paulo, ficam muito mais bregas , cafonas e feios, trabalham como escravos, dormem ás 22 e acordam às 3 da manhã, recebem diariamente chuva na cara, comem uns sanduiches de bactérias, são sardinhas no pau-de arara paulista que é conhecido pela alcunha de Metrô, vegetam nos engarrafamentos da Marginal Tietê, sujam de farofa de galinha as praias do litoral paulista, são camelôs na rua 25 de março,
    Além de tudo engrossam a estatística criminal e querem imitar o sotaque dos "manos" marginais. São uns pobres diabos.

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  4. De acordo com pesquisa feita pelo IBGE, cerca de 625 mil pessoas na região metropolitana de São Paulo vivem abaixo da linha de pobreza – ou seja, com renda mensal de até R$ 140 per capita.
    O desenvolvimento econômico não elimina certos problemas sociais nas mediações da cidade. “A Região Metropolitana de São Paulo constitui um dos principais bolsões de pobreza do Brasil, concentrando mais famílias pobres que alguns estados do Nordeste. Isso ocorre porque a cidade é um pólo atrativo à migração de pessoas, que ainda enxergam uma possibilidade de trabalho ou melhoria das condições de vida da família”, disse o economista Sandro Renato Maskio.

    FONTE:Olhar Informativo – Jornalismo

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  5. Para ter uma ideia o que é São Paulo, partindo da praça da sé,qq. lado que passe 20 km já é considerado periferia.
    depois é periferia da periferia.
    depois lixo...infelizmente.

    Vejam só os luxos de São Paulo:
    Vila Nair, Valo Velho, Capela do Socorro, Capão Redondo, Cidade Tiradentes, Grajaú, Parelheiros, Heliópolis.

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  6. A afirmação é do subsecretário estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Elias Dourado. Para ele, o grande número de pessoas na pobreza extrema na Bahia resulta de um modelo de desenvolvimento, se é que se pode chamar assim, que foi adotado para o território baiano nas últimas décadas. Isto não resulta de uma ação pontual ou momentânea, é um processo que se acumula ao longo de muitos anos. “A Bahia é o estado brasileiro com a maior população rural, mas a agricultura familiar nunca foi tratada como uma potencialidade, como algo que pudesse gerar uma atividade econômica, gerar renda, gerar qualidade de vida. Então, este é um contexto que se acumula ao longo de muitos anos e estes números refletem isso”, ressalta.

    “Quando nós comparamos o IDH do início da década de 1990 e o de 2000, percebemos que a pobreza e a desigualdade aumentaram na grande maioria dos municípios. Então, este modelo de desenvolvimento resultou nestes indicadores de pobreza extrema. A Bahia é o estado com o maior número de famílias beneficiárias do Bolsa Família e tem números preocupantes também no que diz respeito à educação e a renda das famílias. Isto resulta de uma forma de desenvolver muito concentrada em alguns setores da economia e regiões do estado, o que gerou esta pobreza extrema no estado”, explica Dourado.

    Para o gestor da Setre, este é o resultado de uma política aplicada no Brasil, que também é muito pobre e desigual, mas também fruto de decisões dos dirigentes da Bahia. “Foi um modelo de desenvolvimento que nunca focou o desenvolvimento econômico para esta população. Na Bahia, as elites dirigentes que governavam fizeram opções que levaram a esta situação. Tem diversas decisões que levaram a isso, entre as quais podemos destacar a concentração do desenvolvimento em algumas regiões, a visão da Bahia como estado da exportação, com a exportação da produção, do cacau, etc, e não o adensamento das cadeias que pudessem promover o desenvolvimento do nosso estado. Esta foi uma opção das elites dirigentes ao longo de 30, 40, 50 anos, que gerou a Bahia com tão grandes desigualdades, sendo a sexta economia brasileira, mas com números muitos tristes no ponto de vista da realidade social das famílias e com grande número de pessoas incluídas na pobreza extrema”, lamentou.

    Elias Dourado ressalta, no entanto, que a situação começou a mudar a partir de decisões políticas do governo do presidente Lula. A ideia de mudança com foco nas políticas públicas de universalização da educação, da saúde, da geração de emprego e renda vem dando certo. “Quando se foi desenvolvendo políticas com recursos alocados para estas áreas, foi se encontrando um novo caminho, ligado também á valorização do salário mínimo, Bolsa Família, micro-crédito etc, se começou a perceber que estes recursos chegavam a diversos locais, começaram a levar desenvolvimento econômico mais espraiado, menos concentrado. Isto foi aplicado na Bahia pelo governo Wagner. Então quando se investe na saúde, na educação, na inclusão social, se gera atividade econômica e mais oportunidade de trabalho e renda para as pessoas. E estamos avançando nas políticas sociais para melhor o desenvolvimento do nosso estado, só que leva tempo para reverter esta situação”, conclui.

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  7. E vc ta doido pra vim pra cá pra Sampa kkkkk .

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  8. O GOVERNO DO PT!! JÁ ESTÁ NA BAHIA A QUASE 08 ANOS E A SITUAÇÃO SÓ PIOROU! COMO DIZIA LULA "PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTORIA DE PAÍS" A BAHIA FICOU COM O MAIOR NUMERO DE MISERÁVEIS!! HOJE O POVO NÃO TRABALHA MAIS POR DIÁRIA NO CAMPO!! QUE GIRA EM TORNO DE 25 REAIS. UM RENDIMENTO DE 500 POR MÊS, FICAM SÓ ESPERANDO A BOLSA ESMOLA DE 100 MERRECAS!! PORQUE É NÃO PRECISAM FAZER NADA.

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