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MULHER DIZ QUE FOI MALTRATADA POR MÉDICO EM MATERNIDADE DE LUIZ EDUARDO MAGALHÃES.

 A mulher disse que o médico tinha mandado ela procurar um "Postinho", ai ela retrucou: Doutor, mas nessa hora não há posto de saúde aberto! Foi quando ele tinha respondido que no dia passava até cachorro .

Uma mulher, auxiliar de serviços gerais, de 35 anos, procurou a delegacia de polícia de Luís Eduardo Magalhães, na manhã desta sexta-feira, 02, para denunciar um médico da maternidade municipal Gileno de Sá. De acordo com a mulher, na noite de ontem, quinta-feira, 1, por volta de 23h, a mesma chegou ao posto de saúde da maternidade municipal precisando de atendimento. “Fui muito bem atendida pela recepcionista. Depois passei pela triagem, onde também fui bem atendida”, contou a mulher. Mas quando chegou na sala do médico, o atendimento, segundo a auxiliar de serviços gerais, não foi o mesmo. “Assim que me sentei, o médico me perguntou o que eu estava sentindo. Assim que eu respondi, ele me disse que aquele caso era de postinho. Aí eu retruquei: Doutor, mas nessa hora não há posto de saúde aberto. Foi quando ele me respondeu: Hoje aqui passa até cachorro. Nesse momento fiquei quieta. O médico fazia a receita e assim que terminou, ele repetiu: Hoje passa até cachorro .

Nesse momento eu disse a ele: Doutor isso é jeito de atender paciente. Depois joguei a receita e o prontuário na mesa dele e sai chorando e sentei no corredor”, contou a mulher que acrescentou: “Aí meu esposo veio ao meu encontro me perguntando o que tinha acontecido. Contei a ele o que aconteceu e nesse momento apareceu o médico dizendo que eu estava mentindo. Meu esposo foi e chamou dois guardas municipais e o médico continuava dizendo que era mentirosa. A enfermeira que estava com ele confirmou a versão do médico. Olhei no olho do médico e disse: Doutor fala a verdade, diz o que o senhor falou lá dentro. Aí ele falou: Falei que aqui era emergência e que o seu caso era de postinho e que hoje aqui passava até cachorro. Aí, quando ele se deu conta que havia falado para todos ouviram, saiu para o corredor. Depois disso, eu e meu esposo fomos embora. Eu chorava muito, nunca fui tão humilhada. Agora procurei a delegacia de polícia, pois quero justiça”, encerrou ela. A auxiliar de serviços gerais registrou um boletim de ocorrência e o médico acusado deverá ser intimado a comparecer na delegacia de polícia para prestar depoimento .

FONTE: SIGIVILARES
ACESSE: www.sigivilares.com.br

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