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HISTÓRIA DE XIQUE-XIQUE! PARTE II POR ADRIANO BRITO .

Criei esse vídeo pra que conterrâneos lembrem ou recordem de nossa terra, bem como outras pessoas que desejam conhecer essa cidade inda e encantadora .

O conselho provincial da Bahia achou por bem criar o município em 06 de julho de 1832, desmembrando-o de Jacobina com o nome do Senhor do Bonfim e Bom Jesus de Chique-Chique, em 23 de outubro de 1837. Chique-Chique ganhou o título de cidade em 12 de junho de 1928 em ato assinado pelo governador vital. O município de Chique-Chique foi emancipado no período da história brasileira conhecido como “Período das Regências”, Chique-Chique teve um diretório municipal do partido liberal, outro do partido conservador além de um regimento da Guarda Nacional. Desde a emancipação de 06 de junho de 1832 ou a instalação oficial do município com o nome de Senhor do Bonfim e Bom Jesus de Chique-Chique em 23 de outubro de 1834, o município foi administrado pelo poder legislativo. Os vereadores eram em números de 7 e seu mandato era de 2 anos. Quem fosse escolhido pelos colegas para presidente da mesa-diretora da câmara municipal era o responsável pela direção geral do município. Em 1853 foi criada a Comarca de Chique-Chique extinta em 1879 restaurada em 1915. O conselheiro Luís Viana foi promotor de justiça da Comarca de Chique-Chique, entre 1872 e 1878, e um dos proprietários tricentenaria fazenda Carnaúba, localizada a sudeste da sede municipal.A partir da proclamação da república, em 1889, e da constituição republicana em fevereiro de 1891, é instituída a figura do intendente que em passa a ser chamado de prefeito . O primeiro intendente municipal de Chique-Chique foi o coronel Gustavo Magalhães Costa. Antes de 1928 (quando a vila foi elevada a cidade), foram intendentes: João Martins Santiago, Ciro Medeiros Borges, José Adolfo de Campo Magalhães, Manoel Teixeira de Carvalho, e outros.

Significado dos símbolos:
Insígnia: Coroa Mural prateada com quatro torres, representativa de domínio e Município.

O Escudo, figuras:

O Sol: (figura astronômica), em posição de nascer ou se pôr, simboliza o cidadão Xiquexiquense que, do nascer ao morrer, deve irradiar a luz e a energia do seu valor pessoal, visando o seu bem e o bem da comunidade.

O PX: (figura artificial), símbolo grego que significa Jesus Cristo, simboliza uma homenagem especial ao mesmo Jesus Cristo ( o sol Divino) que, sob a inovação de Senhor do Bonfim, é o Padroeiro do Município. Na curva da letra Pê e na forma destas encontrada em sua haste, o símbolo sugere também uma homenagem às tribos indígenas que habitavam a região. O Xis formado pelos dois peixes, representam as iniciais do topônimo “Xiquexique”.

Os Peixes: (figuras naturais) em posição de emergência do Rio São Francisco, simbolizam a pesca, uma das principais atividades do município e de expressiva significação sócio-econômica e alimentar da região.

CORES: As cores verde, amarelo, azul e branco, acrescentadas do vermelho, sugerem uma homenagem especial ao Brasil e à Bahia.

Em termos municipais simbolizam:

O Verde – Todas as atividades nos campos, e o xique-xique, cacto do qual veio o topônimo do Município.
O Amarelo – O ouro e demais minérios do solo Xiquexiquense e a luz da fé e da intelectualidade do seu povo.
O Azul – O Rio São Francisco com toda a sua expressiva importância na História e desenvolvimento do Município.
O Branco – A pureza de costumes que gera e garante a paz, e as virtudes teologais (Fé, Esperança e Caridade), também indispensáveis no uso dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário.
O Vermelho – o amor e o sacrifício do povo Xiquexiquense pelo progresso e bem estar do seu município.

Apoio Cultural: Bebeto Galvão e Sintepav-BA .
Vídeo e Pesquisa: Adriano Brito .

FONTE: XIQUESAMPA .

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